O nosso trabalho favorece a reflexão, a criatividade e a troca ampla de experiências, através das diferentes linguagens do ser humano. Reconhecemos em nossas crianças as múltiplas habilidades, favorecendo assim, o seu desenvolvimento integral, para que possam se transformar em cidadãos críticos, conscientes e responsáveis por um futuro melhor.

domingo, 29 de maio de 2011

Os Pequenos ambientalistas.

Os alunos da Creche Municipal Raio de Sol com a parceria do Bairro Educador e a CEDAE proporcionaram mais uma importante fase para o aprendizado e a conservação do planeta, com a construção de um terrário.



Terrário é uma miniatura de um ambiente, construído dentro de um vidro fechado, com areia, pedras, terra e plantas de pequeno porte, um pequeno ecossistema.
O terrário funciona como um modelo do “PLANETA TERRA”. Nele encontramos todos os fatores ambientais que permitem a vida: luz e calor do sol, terra, oxigênio, gás carbônico, água, etc. Através dele podemos observar o processo de equilíbrio entre os seres vivos e o meio ambiente.

Dentro de um terrário exposto à luz, ocorrer a FOTOSSÍNTESE, com produção de oxigênio, a água evapora e quando a umidade chega ao nível de saturação ela precipita sobre as plantas, ou seja, através de um terrário podemos evidenciar o ciclo da água e do oxigênio indispensáveis a manutenção da vida, como numa simplificação do funcionamento da atmosfera terrestre.



Material necessário:
 1 vidro de boca larga ou um recipiente de plástico
1 xícara de pedrinhas para aquário
1 xícara de carvão vegetal
3 a 4 xícaras de terra adubada organicamente
2 ou 3 mudas de plantas diferentes.
Pá e rastelo
Plástico grosso maior que o tamanho da boca do vidro
Elástico ou fita larga transparente
1 xícara de água filtrada


Monte as camadas:
Essas três camadas representam de maneira simplificada as condições ideais do solo. A de terra serve para nutrir o vegetal e as de pedregulho e de carvão têm a função de drenar a água. Abra buracos na última camada e plante as mudas.


Regue e tampe:
Molhe cuidadosamente a terra, cubra o vidro com o plástico e vede bem com o elástico ou a fita larga transparente. O terrário tem de receber luz, porém não deve ficar exposto diretamente ao sol.


Acompanhe o fenômeno:
Uma vez lacrado, instala-se o ciclo: a água penetra na planta pela raiz e é liberada por meio das folhas pela evaporação. Esse ambiente não dá conta de absorver o vapor que fica nas paredes e no teto do vidro. Quando a umidade chega ao ponto de saturação, ocorre uma espécie de chuva que devolve a água ao solo. É uma ótima opção para trabalhar o ciclo da água no planeta Terra.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Todo dia, é dia do índio

O Museu do Índio é uma instituição governamental que se coloca a serviço da sociedade a partir de uma proposta de trabalho baseada na parceria com os povos indígenas. A preservação de suas tradições e o respeito pela diversidade étnica são elementos essenciais para a afirmação da cultura de cada um dos 270 grupos que vivem hoje no Brasil. São aproximadamente 370 mil índios que falam cerca de 180 línguas.

Mais do que abrigar, o Museu do Índio visa conservar, pesquisar e comunicar o seu acervo. Hoje, o Museu se apresenta como uma casa de informação e formação de novas opiniões e mentalidades. Acolhe pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento e encontra nos índios a parceria ideal para a realização de projetos e eventos que envolvem a preservação e a difusão de suas culturas.

No casarão, os alunos da Creche Municipal Raio de Sol tiveram contato com um ritual do Turé, praticado pelos índios do Oiapoque, na fronteira do Brasil com a Guiana, representado por postes, varas, bancos, cuias, potes, adornos e instrumentos. É assim o cenário de abertura da exposição “A presença do invisível na vida cotidiana e ritual entre os povos indígenas do Oiapoque” no Museu do Índio.

A mostra tem como objetivo apresentar facetas da vida cotidiana e ritual dos povos indígenas que habitam diferentes terras indígenas na região fronteiriça do Brasil conhecida como Oiapoque. São eles os Karipuna, os Palikur, os Galibi Marworno e os Galibi Kaliña. Juntos totalizam cerca de 5.000 pessoas, habitantes da bacia do rio Uaçá e do baixo curso do rio Oiapoque.

“A presença do invisível na vida cotidiana e ritual entre os povos indígenas do Oiapoque” que tem a curadoria da antropóloga Lux Vidal, da USP, é realizada em parceria com a Apio – Associação dos Povos Indígenas do Oiapoque e com o Iepé – Instituto de Pesquisa e Formação em Educação Indígena. A exposição é mais uma contribuição do Museu do Índio para a valorização e difusão do patrimônio cultural indígena.




A exposição itinerante do Museu do Índio também, chegou a nossa creche e os alunos tiveram a oportunidade de fortalecer os conhecimentos adquiridos na visita do Museu.
A idealização e montagem de mostras itinerantes é uma das estratégias do Museu do Índio para estimular o interesse do público em geral pela cultura indígena contemporânea brasileira, seus diferentes modos de viver e pensar o mundo.


terça-feira, 15 de março de 2011

O brinquedo certo para cada idade

Escolher o brinquedo certo para cada fase do desenvolvimento infantil permite que os pequenos aprendam (e muito) com vários modelos.
Os primeiros anos de vida são o período mais importante para estimular os sentidos e a curiosidade sobre o mundo. E o brinquedo desempenha um importante papel nesse processo. “É um acessório da aprendizagem na creche porque é por ele que os pequenos estabelecem relações com tudo o que os cerca”, diz a especialista em brincar Adriana Friedmann. Ainda no berço, o bebê provoca um ato sem intenção e, estimulado pela reação, o repete. Até os seis meses, a exploração dos objetos é instintiva e ele se sente estimulado a pegar o que vê pela frente para colocar na boca.

Mas o que levar em conta na hora de escolher brinquedos para utilizar num ambiente escolar? O melhor é basear-se nas etapas do desenvolvimento infantil e nos grandes marcos das conquistas motoras, como sentar, engatinhar e andar. O bom brinquedo é aquele que atende às necessidades e possibilidades de cada fase sem se ater à indicação de idade. No entanto, de nada adianta encher uma sala com diferentes tipos e não ensinar a brincar. Além de fazer uma boa seleção, é seu papel mostrar as funções de cada brinquedo para que todos sejam aproveitados ao máximo.

E, claro, não dá para se descuidar da segurança. Como os pequenos adoram levar tudo à boca, evite peças miúdas, modelos muito frágeis e brinquedos que desmontam. O material mais recomendado é o tecido. O plástico, se não for maleável, pode machucar. Já a madeira, que solta lascas e objetos pontiagudos, nem pensar. Todos devem ser fáceis de lavar e higienizar para evitar riscos de contaminação. Para baratear custos, produza versões em materiais recicláveis. Reúna o material e monte embalagens atraentes para incentivar o uso, sem se esquecer de deixar tudo em locais acessíveis para as crianças.
Fonte: Revista Nova Escola/Fabiana Faria

sexta-feira, 11 de março de 2011

Um lugar de aprendizado chamado Creche

Em nenhuma outra fase da vida as crianças se desenvolvem tão rapidamente quanto até os três anos de idade. Daí a importância de entender como cada atividade ou brincadeira ensina.
Os pequenos recebem cuidados e atenção e têm espaço para explorar, brincar e se conhecer. Em sala, têm à disposição brinquedos e materiais que incentivam a expressão artística e estimulam a imaginação. No parque, se divertem pisando na areia. Mesmo sem saber ler, manuseia livros. Muitas vezes, nem conseguem falar e já estão "cantando" cantigas de roda e seguindo a coreografia. Assim é o dia das crianças de até três anos nas boas creches do país.

Essas atividades compõem os conteúdos desse nível da Educação Básica. O termo é recente nessa etapa do ensino, mas tem se difundido graças às descobertas sobre a evolução cognitiva e emocional dos bebês. "Todas essas experiências que fazem parte da rotina devem ser organizadas em um currículo de forma a proporcionar o desenvolvimento de habilidades, como andar, e a aprendizagem de aspectos culturais, como o hábito da leitura", diz Beatriz Ferraz, consultora em Educação Infantil e coordenadora da Escola de Educadores, em São Paulo. O conhecimento, nessa fase, se dá basicamente por meio da ação, da interação com os colegas e os adultos, da brincadeira, da imaginação e do faz de conta. "Não se trata, portanto, de escolarizar as crianças tão cedo, mas de apoiá-las em seu desenvolvimento", ressalta Beatriz.
Fonte: Revista Nova Escola.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

A volta às aulas com mais integração

A Creche Municipal Raio de Sol, que compõe o Bairro Educador do Borel, retomou suas atividades com o corpo docente e demais funcionários nesta quarta feira, dia 02 de fevereiro, com propostas de sensibilização, integração e motivação de sua equipe.

As dinâmicas contaram com a participação da equipe do projeto, os gestores José Roberto e Thiago Sobral, com o objetivo de maior integração entre o BE e a equipe da creche, aprofundando o vínculo do grupo.

Ao final do encontro, todos perceberam a importância do trabalho em grupo e como toda a escola, quando munida do espírito coletivo, em proveito da educação, funciona de uma maneira muito mais saudável e dinâmica.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Um Raio de Sol no Natal




O Significado do Natal

Ei, você, aonde vai com tanta pressa?

Eu sei que você tem pouco tempo...

Mas, será que poderia me dar uns minutos da sua atenção?

Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você.

Para onde vão todos?

Os shoppings estão lotados...

Crianças são arrastadas por pais apressados, em meio ao torvelinho...

Há uma correria generalizada...

Alimentos e bebidas são armazenados...

E os presentes, então? São tantos a providenciar...

Entendo que você tenha pouco tempo.

Mas, qual é o motivo dessa correria?

Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores...

Mas, confesso que vejo pouco brilho nos olhares...

Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal...

É bonito ver luzes, cores, fartura...

Mas seria tão belo ver sorrisos francos...

Apertos de mãos demorados...

Abraços de ternura...

Mais gratidão...

Mais carinho...

Mais compaixão...

Talvez você nunca tenha notado que há pessoas que oferecem presentes por mero interesse...

Que há abraços frios e calculistas...

Que familiares se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação.

Mas, porque você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: Para que tanta correria?

Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: Viva Jesus. Feliz Natal!

E os sóbrios comentam: É louco!

E a cidade se prepara... Será Natal.

Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:

O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.

O Natal é a expressão da caridade...

E quem vive sem caridade desconhece o encanto do mar que incessantemente acaricia a praia, num vai-e-vem constante...

Natal é fraternidade...

E a vida sem fraternidade é como um rio sem leito, uma noite sem luar, uma criança sem sorriso, uma estrela sem luz.

Mas o Natal também é união...

E a vida sem união é como um barco furado, um pássaro de asas quebradas, um navegante perdido no oceano sem fim.

E, finalmente, o Natal é pura expressão de amor...

E a vida sem amor é desabilitada para a paz, porque em sua intimidade não sopra a brisa suave do amanhecer, nem se percebe o cenário multi colorido do crepúsculo.

Viver sem a paz é como navegar sem bússola em noite escura... É desconhecer os caminhos que enaltecem a alma e dão sentido à vida.

Enfim, a vida sem amor... Bem, a vida sem amor é mera ilusão.

* * *

Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes...

Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre, cuja passagem na Terra deu origem ao Natal...


A equipe Raio de Sol deseja um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo a todos.